A Capitania é uma casa em seu bairro, geralmente próximo de uma escola pública.

A Casa de Capitania faz parte de um programa social da AMPQ, que é uma associação de voluntários e voluntárias psicólogas, e outros, que atendem crianças de todo Brasil.

Precisamos de psicólogas voluntárias e outras profissionais da saúde e da educação e, outras pessoas interessadas em ser voluntárias pelo Brasil e Exterior, para ajudar atender crianças e suas famílias carentes por todo Brasil.

Nesse mês de agosto, já temos salas em três escolas públicas de São Paulo e uma, sala em Cotia, SP que aceitaram as psicólogas da AMPQ.

O trabalho da AMPQ é fazer que crianças e adolescentes sejam acompanhados dentro da escola pública, por psicólogas, desde que, elas entram no ensino fundamental, até concluírem o ensino médio.

Também estender suporte, para atendimento as famílias carentes dos alunos, nas Casas de Capitania.

As Casas de Capitania, próximas das escolas, recebem as crianças e adolescentes para que elas ocupem melhor seu tempo, fora da escola.

Nas Casas de Capitania, eles aprendem tocar instrumentos como, violão, teclado, aprendem fluência em inglês, e também são inseridos em esportes e aulas de Teatro.

Segue o vídeo da nossa Pedagoga voluntária de São Paulo, que ajuda organizar as escolas públicas para essa missão, lembrando que, na medida que vamos conseguimos psicólogos nas cidades do Brasil, iremos encaixando nas escolas.

Conforme a necessidade, as mães dos alunos, podem fazer cursos na Casa de Capitania, para serem inseridas no mercado de trabalho ou aprenderem a ter renda.

Os adolescentes, também, na medida do possível, recebem ajuda para primeiro emprego. Os professores e colaboradores das escolas, também podem ser ouvidos pelas psicólogas, pois a manutenção da psicóloga na escola, segundo a AMPQ, faz parte da Tríade aluno/professor/família.


A Capitania já conta com reuniões em todos estados brasileiros e na maioria das cidades.

Segue um vídeo de nossa psicóloga voluntária Dr. Marilda, de Goiás.

Ela é responsável em dar treinamento para as psicólogas e psicólogos interessados.

Importante esclarecer, que as psicólogas voluntárias nas escolas, jamais irão interferir na escola, nem fazer relatórios sobre o manejo escolar, pois elas tem o compromisso do sigilo profissional, que as mantem regulares em seus conselhos de psicologia. A atuação da psicóloga (o), será discreta e, somente dentro da sala cedida pela diretora da escola. A responsabilidade pelos psicólogos na escola será da AMPQ, que foi fundada em 2009 e tem o compromisso de ajudar as escolas públicas brasileiras, a serem beneficiadas com o saber psicologia na escola.

Através de uma permissão das diretoras, as escolas públicas sedem uma sala, para que psicólogas e psicólogos voluntários, possam atender alunos.

Lembramos que em 2019 foi aprovada e sancionada a Lei Federal que obriga a rede pública de ensino a ter psicólogos nas escolas, mas por gerar custos, os governos não tem feito esforços para contratação, então, é preciso que cada um faça um pouco a mais como estamos fazendo, para que a Lei não seja esquecida.

As psicólogas voluntárias da AMPQ, além de acompanhar as crianças ao longo dos anos escolares dentro das escolas, encaminham as demandas urgentes para a Casa da Capitania, que é composta também, de voluntários e voluntárias, que darão suporte externo as crianças e suas famílias.

Sabemos que muitas crianças passam por violências, abandono e fome fora da escola. Com a escuta delas, pelos psicólogos em “consultório dentro da escola”, ao longo do atendimento, é possível identificar as necessidades urgentes das crianças e adolescentes e agir, encaminhando demanda aos voluntários, principalmente para as assistentes sociais da AMPQ, na Casa de Capitania.

A AMPQ foi fundada em 2009 e o fundador Ir Luiz, entende que as escolas precisam ter especialistas em comportamento, formados em psicologia, para ajudarem na formação psíquica dos alunos e, com isto, garantir uma melhor qualidade de ensino. Entende que em lugares como escolas, onde ficam em média 800 alunos, todos os dias, é preciso que exista no local um especialista em comportamento, ajudando alunos a lidar com suas dificuldades e agressividades, contra eles próprios e, contra os outros, que geralmente fixam gatilhos de comportamento negativo para o resto de suas vidas.

A psicologia, é um saber da Ciência necessário, ainda mais nas escolas, se não fosse, bastariam os conselhos. Devemos pensar além da escola, pois adolescentes, são homens e mulheres em formação e, se não forem formados com as ferramentas da Ciência, com ajuda da psicologia, que justamente trato de comportamento, eles terão e, serão dificuldades para si mesmos, e para a sociedade.

O fundador, entende que o adolescente é o começo do adulto, e que, se ele, não começar bem, num ambiente mais preparado, esse adulto, essa adulta, será um eterno adolescente, vulnerável a violência do mundo, sujeito a ela, gerando e fazendo parte dela.

Nas casas da Capitania, as crianças e adolescentes também são incluídas em esportes. As mães dessas crianças, podem fazer cursos para terem renda e, serem preparadas para o mercado de trabalho.

Não há necessidade de experiência ou especialização, apenas disposição e compromisso nos dias de plantão que, geralmente acontece na sua região, e até no bairro onde você mora.

  • Sim, serve como estágio pelo CNPJ de nossa Associação Mundial de Psico Amparo a Crianças para Qualidade no Ensino.
  • Oferecemos certificado para as voluntárias e estagiárias.

Governos não tem interesse em ter mais gastos com educação, quanto mais, em contratar psicólogos. Cabe a nós, fazermos um esforço com nossas psicólogas voluntárias, para que um dia, elas possas ser contratadas.

Em conformidade com a Lei Federal de 12 de dezembro de 2019, a Lei nº 13.935/2019, que dispõe sobre a prestação de serviços de Psicologia e de Serviço Social nas redes públicas de educação básica.